O uso de pulseiras hospitalares é uma forma de agilizar o atendimento aos pacientes, garantir a qualidade do serviço prestado, diminuir a ocorrência de erros e facilitar o controle dos insumos utilizados em cada procedimento. Quer entender exatamente como conquistar cada um desses ganhos? Então acompanhe o artigo de hoje!

Por que utilizar pulseiras hospitalares

A vantagem principal é a identificação: dos pacientes, dos insumos utilizados no atendimento e dos medicamentos prescritos. Entenda melhor!

  • Identificação do paciente: em caso de internação, é importante que o paciente seja corretamente identificado para que seja feita a administração correta do tratamento. Na pulseira é possível imprimir um código QR ou numérico, levando a uma página no sistema interno com as orientações necessárias a respeito dele. Vale também, no caso de maternidades, para identificação dos bebês.
  • Identificação dos insumos: durante um atendimento, o paciente pode ter que fazer uma série de exames, curativos e tomar medicamentos. A pulseira facilita a identificação de cada item que foi utilizado para tratá-lo. Desse modo, na hora da cobrança, fica mais claro para todas as partes o que foi utilizado. É um ganho em eficiência e transparência!
  • Identificação dos medicamentos: já mencionamos a identificação do paciente, certo? Pois esta questão aqui tem relação com ele. Quando o médico prescreve algum tratamento, é por meio do código associado à pulseira que é possível saber para qual paciente aquele receituário serve. Desse modo, não há possibilidade de erros nos procedimentos.

A pulseira ainda é uma maneira efetiva de fazer controle. Como todas as informações a respeito do paciente estão relacionadas ao código da pulseira dele, ela facilita o reconhecimento dos cuidados necessários em cada caso. A entrada irregular de um acompanhante para áreas restritas aos tratamentos, por exemplo, pode ser logo identificada por meio da pulseira.

Liberação de visitas, necessidade de isolamento, período de internação e data para a alta médica são outros dados importantes que podem ser associados ao código da pulseira. E como os medicamentos e procedimentos estão sendo marcados nela, o controle de estoque também fica facilitado e preciso.

Isso permite realizar uma administração mais econômica, condicionando a compra de insumos e medicamentos à necessidade verdadeira e ao padrão de demanda. Trata-se, portanto, de um suporte valioso para aumentar a efetividade nas decisões gerenciais e para aplicar de maneira eficiente as estratégias que aprimorem o uso dos recursos.

Protocolo de Manchester

O protocolo de Manchester é uma metodologia que define a ordem de atendimento em hospitais e clínicas de acordo com a gravidade do quadro do paciente. Ele deve ser definido já no momento da triagem, quando o paciente recebe sua pulseira. Funciona da seguinte forma:

  • Azul = não urgente: neste nível ficam os casos mais simples, aqueles em que o paciente pode aguardar atendimento sem prejuízo à saúde. Aqui não há tempo limite de espera, pois não há risco à vida.
  • Verde = pouco urgente: os casos com pouca gravidade ficam neste estágio. Aqui, o paciente pode aguardar atendimento por até 120 minutos sem que isso lhe traga prejuízos à saúde.
  • Amarelo = urgente: ainda não é considerado uma emergência, mas o paciente já precisa passar por alguma avaliação em até 60 minutos.
  • Laranja = muito urgente: neste ponto, o quadro do paciente já apresenta risco à vida. O atendimento precisa acontecer em no máximo 10 minutos.
  • Vermelho = emergência: neste caso, o risco à vida é alto e o atendimento tem que acontecer imediatamente.

Conhecendo o protocolo de Manchester, é possível aproveitar as pulseiras hospitalares para fazer essa triagem. Desse modo, o paciente recebe a sua identificação já com o código para organizar todos os procedimentos após ter dado entrada na unidade de saúde e ela mesma já tem a cor que define a urgência do atendimento. Ou seja, adota-se um padrão de atendimento compreensível por todos e, ao mesmo tempo, organizado e eficaz.

Contudo, para ter acesso a todos os benefícios do uso das pulseiras hospitalares, é preciso seguir alguns passos fundamentais. Vamos conhecer quais são eles?

1º passo: não improvise uma pulseira

Ao falarmos sobre pulseiras hospitalares, parece que a solução é simples e prática: bastaria adquirir ou fabricar pulseiras e imprimir ou mesmo escrever um código para ser colado nela. Mas não é bem assim, não. É fundamental que ela respeite os protocolos do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde (Anvisa) quanto aos materiais que podem ser utilizados no ambiente hospitalar.

De nada vale ter uma pulseira se ela não vai se manter íntegra, independentemente do tempo em que o paciente ficar na unidade e dos procedimentos pelos quais ele precisar passar.

2º passo: utilize uma pulseira de qualidade

Há uma série de exigências para o uso das pulseiras hospitalares. Afinal, você sabe, em um ambiente hospitalar, uma lista de cuidados precisa ser respeitada. Relembre quais são:

  • Impermeabilidade: ser impermeável, além de ser resistente à água, também significa ser mais higiênico. Com um papel assim, não se perde as características da pulseira ao molhá-la e também evita-se o acúmulo de resíduos capazes de provocar infecções ou outras complicações relacionadas à falta de higiene
  • Maleabilidade: é fundamental que a pulseira não incomode o paciente. Ele já foi ao hospital por estar sentindo algum desconforto, então, não seria adequado que, além disso, ainda tivesse que lidar com alguma alergia ou incômodo. Portanto, ser antibacteriano e maleável evita problemas em peles mais sensíveis.
  • Legibilidade: a impressão mais adequada a ser utilizada nas pulseiras hospitalares é a térmica. Assim, tem-se a segurança de que ela vai resistir à água, calor ou atrito e não vai danificar ou perder as informações, o que invalidaria a função do acessório.
  • Adaptabilidade: as pulseiras hospitalares devem ser usadas tanto por recém-nascidos quanto para pessoas adultas, de diferentes condições físicas (peso e altura). Como já falamos antes, elas precisam ser confortáveis, então, é preciso que também se ajustem a esses diferentes perfis de pacientes.

Além desses requisitos, certifique-se de que a pulseira é resistente a itens de higiene. Você sabe: durante determinados procedimentos, os pacientes podem ter contato com álcool, água oxigenada ou iodo e esses químicos não podem interferir na integridade das informações. Portanto, material e impressão não podem ser impactados com rotinas de lavagem ou assepsia.

3º passo: procure um fornecedor especializado

A forma mais prática, efetiva e econômica de garantir que as pulseiras hospitalares cumpram todos os requisitos das autoridades da saúde é entregar o trabalho de impressão, manutenção das impressoras e reposição dos insumos a um fornecedor especializado. Com isso, os profissionais podem focar no atendimento aos pacientes, melhorando a produtividade e o bem-estar do público.

Para fazer isso, o ideal é contratar um outsourcing de impressão. Assim, o fornecedor dessa solução realiza o levantamento de quantos equipamentos são necessários, onde eles devem ser dispostos e ainda garante a manutenção de todos eles e o abastecimento do estoque de insumos.

Só um alerta: cuide com a empresa a ser contratada para fazer isso! Ela precisa seguir os protocolos de segurança e fornecer pulseiras hospitalares conforme os requisitos que apresentamos aqui. A impressão também precisa ter a qualidade que mencionamos. Caso contrário, o seu investimento pode não trazer os resultados esperados.

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